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Olá, Fazemos parte da turma de Especialização em Gestão Educacional em redes EAD - UFPI-CEAD, polo de Teresina. O grupo responsável pela criação deste blog é composto por Doraneide,Virgínia e Raimundo.Estaremos conectados neste AVA para socializarmos experiências e atividades dirigidas ao curso ou a nosso cotidiano de trabalho.

terça-feira, 17 de março de 2009

O cenário mundial, o cenário neoliberal e o cenário brasileiro na década de 90
A década de 90 foi bastante marcante no que se refere ao emprego do neoliberalismo no cenário mundial e principalmente no cenário brasileiro. O Brasil estava sob um governo que exercia uma política baseada em reformas liberalizantes, que ampliava o processo de abertura econômica, intensificando o processo de privatizações e aprovando uma série de mudanças constitucionais que abriram caminho para o aprofundamento das reformas. É interessante que muitas destas reformas estavam intimamente ligadas as propostas da política do Banco Mundial, instituição financeira bastante presente nas políticas brasileiras durante o mandato de presidente da república Fernando Henrique Cardoso. E importante destacar que parte das políticas desenvolvidas no Brasil em termos do capital externo já vinha sendo empregada com o ex. presidente Fernando Collor de Melo cujo governo foi marcado pela implementação do plano Collor, pela abertura do mercado nacional às importações e pelo início do Programa Nacional de Desestatização. Questões como a reforma do sistema previdenciário, a revisão do sistema tributário, a flexibilização dos monopólios, a concentração dos recursos para a educação no ensino básico, entre outras fizeram parte das políticas de FHC. Todo este processo de “acomodação” política as ações do neoliberalismo, estavam em perfeita consonância com a configuração da nova ordem econômica mundial a globalização e tal ordem tem como extensão a ampliação da autonomia do mercado mundial, a interdependência econômica e o aumento do poder transnacional. As corporações transnacionais e as instâncias superiores de concentração de poder são cada vez mais constituintes, ordenadoras e controladoras da nova ordem mundial. Os países ricos ou primeiro – mundistas desempenham papel ativo na criação e na sustentação da chamada sociedade política global.

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